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Governo vai elaborar ‘PAC da erradicação da miséria’

“Dilma fez questão de coordenar a reunião para organizar nosso programa de erradicação da extrema pobreza. [...] Vamos construir um modelo de gestão como o PAC, onde queremos ter metas claras, condições de monitoramento. Queremos prestar contas para a sociedade do andamento dessas metas”, disse a ministra. Segundo Campello, para a elaboração do programa, o governo trabalha com três diretrizes: inclusão produtiva, ampliação da rede de serviços e aprofundamento dos programas de benefício e transferência de renda, como o Fome Zero e o Bolsa Família. No primeiro pronunciamento após a eleição presidencial, Dilma afirmou que acabar com a pobreza será uma de suas principais metas. A reunião desta quinta está alinhada com o compromisso assumido pela presidente e reiterado no discurso de posse dela, no Congresso Nacional. Ela quer um esforço concentrado dos ministros e cooperação entre as pastas para concluir a meta até 2014. Entre os ministros convocados para a reunião, estão o da Fazenda, Guido Mantega, da Saúde, Alexandre Padilha, da Educação, Fernando Haddad, da Casa Civil, Antonio Palocci, do Planejamento, Miriam Belchior, do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, das Cidades, Mário Negromonte, do Trabalho, Carlos Lupi, da Integração Nacional, Fernando Bezerra, e da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Também participa das discussões o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), Luciano Coutinho. Comitê gestor De acordo com Campello, na reunião desta quinta, foi criado um comitê gestor para a elaboração do programa de combate à pobreza, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e que terá a participação de oito ministérios, entre eles o da Casa Civil, Planejamento e Fazenda. “Vamos organizar no próximo período essas metas e o desenho geral do programa. A determinação da presidente Dilma é não fazer uma divulgação sem consistência”, afirmou Campello, sem especificar um prazo para a apresentação do projeto. Campello assegurou que os programas de transferência de renda serão mantidos, mas ressaltou que a erradicação da miséria não será conquistada sem políticas consistentes de inclusão social. “Obviamente que não vamos atacar a agenda da erradicação da pobreza somente com políticas de transferência de renda. Ao contrário, nossa agenda é de inclusão social e produtiva.” A ministra afirmou que não foram discutidos reajustes e ampliação do Bolsa Família. Ela também disse que ainda não há uma expectativa de orçamento para o futuro programa de combate à pobreza.

 
 
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