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Coalizão do governo recupera maioria no Paquistão Primeiro-ministro teve que recuar em aumento de preços de derivados do petróleo

O dirigente Reza Haroon disse, em entrevista ao lado do primeiro-ministro, Yusuf Raza Gilani, que a decisão atende "aos interesses da democracia". - O MQM anuncia que se unirá ao governo pelo interesse do país e da democracia. Nesta sexta-feira, Gilani estava em Karachi, no sul do país, base forte do MQM, para convencer seus dirigentes a retornar para a coalizão. O partido havia rompido com o governo no último domingo (2). Até janeiro, o Partido Popular (PPP) e o MQM formavam a coalizão que governava tanto o Paquistão quanto a Província de Sindh, mas a quarta força do Parlamento do país decidiu se retirar do Executivo nacional e passar à oposição. Em uma tentativa de agradar à oposição, Gilani anunciou a revogação do aumento do preço dos produtos derivados do petróleo, medida que muitos partidos, entre eles o MQM, exigiam para apoiar o governo. A decisão, no entanto, foi duramente criticada pelos Estados Unidos e o Fundo Monetário Internacional (FMI). O PPP sofre pressão internacional para cortar subsídios e reformar o imposto sobre o valor agregado, para assim receber ajuda estrangeira, mas a maioria dos partidos do país já expressou seu receio pelas impopulares medidas.

 
 
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