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NATIVIDADE DA SERRA

Elias Teixeira PRÉ CANDIDATO a prefeito de Natividade da Serrafaz levantamento para fazer seu PLANO DE GOVERNO e descobre que a cidade é uma das quatro cidades do Vale do Paraíba que têm mais eleitores que habitantes.
Natividade da Serra, Arapeí, Redenção, Lagoinha tem mais eleitores.
Justiça eleitoral diz que fenômeno é por morador não transferir título.
Levantamento do G1 mostra que em quatro das 39 cidades do Vale Paraíba há mais eleitores do que habitantes. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da estimativa populacional divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Arapeí, Redenção da Serra, Lagoinha e Natividade da Serra têm mais eleitores que moradores. A maior diferença está em Lagoinha, onde são 625 eleitores a mais do que o número de habitantes, que é de 4.954.
 Em Redenção da Serra, onde a população é de 3.930 habitantes, são 4.086 eleitores - 156 eleitores a mais. Em Natividade, com 6.686 habitantes, há109 eleitores a mais que o indicador populacional. Arapei tem 47 eleitores a mais que a população de 2.524.
Em todo o país, 348 cidades tem esse mesmo cenário eleitoral.

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Motivo
De acordo com a Justiça Eleitoral, nem sempre o domicílio eleitoral é o mesmo que o domicílio civil do eleitor, e alguns municípios desenvolvem características específicas que levam a essa situação, o que não configura necessariamente fraude.
Na região, as cidades em que o fenômeno acontece são pequenas, todas com menos de 10 mil habitantes e têm fluxo migratório maior.
Segundo Ernandi Ramos, chefe do cartório eleitoral em São José dos Campos, maior cidade da região, as características dessas cidades explicam os números.  “São cidades pequenas, então as pessoas deixam o município [mudam de cidade], mas esquecem de fazer a transferência do título de eleitor”, explicou.
Ele disse que transferência deve ser feita pelo eleitor quando ele deixa a cidade onde está registrado. No entanto, não existe penalidade para quem não faz a mudança, já que pode justificar a ausência na cidade onde mora. No entanto, segundo Ernandi, isso prejudica o exercício da cidadania.
“A pessoa deixa de votar então ela perde o poder de escolha de um representante, e um voto pode fazer diferença [no processo eleitoral]. Isso também se aplica a quem não faz a mudança do título, mas volta para votar em sua cidade de origem, porque o eleitor acaba não fazendo uma escolha legítima, ele não vai representar seus interesses ou necessidades, já que não está mais na cidade”, explicou.
Para este ano, os eleitores podiam fazer a mudança até o dia 4 de maio. O novo prazo para renovação acontece a partir de 7 de novembro, depois das eleições. Para a transferência é necessário apresentar documento com foto e comprovante de residência. Caso o eleitor não tenha nenhuma pendência com a justiça eleitoral, a mudança é gratuita.



Município de Natividade da Serra  "Joia da Região dos Grandes Lagos"

Bandeira:

Brasão:

Aniversário: 13 de agosto

Gentílico: nativense

Localização de Natividade da Serra em São Paulo:

Municípios limítrofes: Redenção da Serra (N), São Luís do Paraitinga (N e L), Ubatuba (SE), Caraguatatuba (S) e Paraibuna (O).

Distância até a capital: 185 km

População: 6 681 hab. Censo IBGE/2013

Altitude: 720 m

Fundação: 29 de maio de 1853

                                  Prefeito: Maria Lourdes de Oliveira Carvalho (Dona Lurdinha)
Vice-prefeito: Miron Danvers Fernandes

Coordenadas:
23° 22' 33" S 45° 26' 31" O

Unidade federativa: São Paulo

Mesorregião: Vale do Paraíba Paulista IBGE/2008 1

Microrregião: Paraibuna/Paraitinga IBGE/2008 1

Região metropolitana: Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, Sub-Região 2-Taubaté

Área: 832,606 km² 2

Densidade: 8,02 hab./km²

Clima: subtropical


Histórico

 

     A data mais antiga documentando a origem de Natividade da Serra é 29 de maio de 1853, quando seu fundador Coronel José Lopes Figueira de Toledo perseguindo um escravo foragido de uma das suas senzalas acabou por se esconder em uma bela planície às margens de um rio rodeada de montanhas. A fuga do escravo da fazenda do Coronel situada no que hoje è chamado de bairro das Perobas, inspirou-o a transferir sua fazenda e seus empregados para lá devido a beleza do lugar. Logo a fazenda se transformou num vilarejo, chamado de Divino Espírito Santo de Nossa Senhora do Rio do Peixe, nome atribuído a religiosidade do Coronel e ao rio que passava as margens do vilarejo, num território outrora pertencente a Paraibuna.
Em 24 de abril de 1858 foi elevada à categoria de Freguesia, sendo chamada de Nossa Senhora do Rio do Peixe. Mais tarde, em 18 de abril de 1863 foi incorporado à Freguesia um outro vilarejo que se formava conhecido como povoado de Nossa Senhora da Conceição e que hoje é o Bairro Alto. Com isso a Freguesia passou a categoria de Vila com o nome de Natividade e tendo como principal atividade econômica a pecuária e a agricultura de subsistência.


Em 3 de julho de 1934, passou a condição de distrito de paz e em 5 de julho de 1935 voltou a anexar-se ao Município de Paraibuna. O município foi instalado em 1864 e reinstalado em 1935. Em 30 de novembro de 1944, recebeu o nome definitivo de Natividade da Serra, nome originário da Padroeira da cidade, Nossa Senhora da Natividade e, também devido a sua situação geográfica entre os contrafortes da Serra do Mar.
No início do século XX, com a vinda da industrialização para o Vale do Paraíba, Félix Guisard em 1913, havia planos iniciais que previam a construção de uma usina hidrelétrica em Natividade da Serra, para suprir o abastecimento de energia elétrica na região aproveitando as corredeiras do rio Paraitinga num local conhecido como Ponte dos Mineiros. Porém, o início da Primeira Guerra Mundial em 1914 impediu o embarque dos maquinários e geradores para o Brasil anulando assim o projeto.
Passados 120 anos de sua existência, Natividade da Serra, sofreu uma enorme transformação e foi translada para um novo local, à aproximadamente um quilômetro adiante na rodovia que liga a cidade à Taubaté. Esta mudança foi em consequência do represamento do rio Paraibuna, rio Lourenço Velho, rio do Peixe e rio Paraitinga, para a construção da Usina Hidrelétrica de Paraibuna formando a represa da Companhia Energética de São Paulo (CESP) devido uma necessidade de atendimento sócio-econômico regional.
O estado procedeu com à construção da Represa de Paraibuna, inundando quase 200% da área e das edificações da sede e parte da área rural. Na zona rural, o represamento das águas afetou as terras férteis, eliminando grande parte da agricultura de subsistência.
Com construção da barragem de Paraibuna, ocorreu a inundação da cidade antiga, surgindo a nova Natividade da Serra fundada 13 de agosto de 1973 com o lançamento da pedra fundamental feita pelo então prefeito Otacílio Fernandes da Silva, Padre Higino e Terezinha de Castro Aquino, no local onde se ergue a igreja matriz da cidade.
O fenômeno da industrialização da "Calha do Vale" (Taubaté, Pindamonhangaba e Tremembé) e a inundação de algumas áreas do município, contribuíram para a emigração de parte da população. Para minimizar os prejuízos ocasionados pela inundação eliminando suas terras férteis, os produtores rurais investiram em grande escala, na plantação de eucaliptos.



Fontes www.natividadedaserra.sp.gov.br

 
 
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