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Anorexia e Bulimia

ANOREXIA E BULIMIA

Nos últimos anos, observa-se que há um número crescente de pessoas entre nós que apresentam transtornos no comportamento alimentar. Este aumento de incidência está relacionado à importância que se atribui à imagem corporal nos países desenvolvidos e às mudanças observadas nos padrões alimentares da população em geral. A característica fundamental da anorexia nervosa é a perda proposital de peso induzida pela própria vítima, acompanhada de um desejo intenso de estar magro e, em mulheres, transtornos do ciclo menstrual. Alguns dos pacientes com anorexia nervosa apresentam, além desta conduta de restringir a ingestão alimentar, episódios de bulimia caracterizados por um desejo irresistível de comer grandes quantidades de alimentos em períodos curtos de tempo. A maior incidência ocorre aos 14 e aos 18 anos, e a doença se desenvolve entre os 13 e os 20 anos de idade em 85% dos pacientes. Além disso, é estimado que entre 10% e 19% das estudantes universitárias apresentam sintomas bulímicos e que, deste grupo, entre 1% e 3% teriam bulimia nervosa. Causa Fatores predisponentes: A anorexia parece ser o resultado de uma combinação de fatores predisponentes individuais e de um quadro social que favorece o desenvolvimento de comportamentos restritivos, de vigilância do peso e da figura corporal. Fatores psicológicos: Muito freqüentemente, os adolescentes que desenvolvem a doença têm uma personalidade característica: são perfeccionistas, pessoas reservadas, e têm bons rendimentos em distintas atividades (estudos, esportes, etc.). Fatores familiares: As famílias destes adolescentes são superprotetoras, rígidas e caracterizadas por uma falta de resolução de conflitos. Fatores genéticos: Aproximadamente entre 6% e 10% das irmãs destas pacientes apresentam também um transtorno na conduta alimentar. Quadro Clínico O sintoma predominante é o medo extremo de engordar, acompanhado de idéias sobrevalorizadas com respeito ao tamanho e ao peso do corpo, e o firme desejo de ser magro. As vítimas apresentam uma alteração na percepção de seu próprio corpo e negam que sofram de doença alguma ou que tenham um peso anormal. Elas querem diminuir do peso corporal, inicialmente, mediante a restrição da ingestão de alimentos, de forma drástica, ou com dietas muito rígidas. Posteriormente, a perda de peso se mantém com vômitos auto-provocados, o consumo de laxantes, de fármacos anorexígenos, diuréticos e exercícios excessivos. As vítimas apresentam também hábitos alimentares muito alterados, comem sozinhas e passam muito tempo com o prato de comida na sua frente, remexendo os alimentos. Manifestam um grande interesse pela alimentação das outras pessoas, cozinhando para outros membros da família ou planejando dietas. Alterações também são observadas no ciclo menstrual e, se o início da anorexia for anterior à puberdade, apresentam alterações no crescimento e a persistência de órgãos genitais infantis. Tratamento O primeiro objetivo no tratamento é a recuperação de um estado normal nutricional. Isso se consegue inicialmente com ingestões freqüentes que evitem a sensação de estar farto (cinco ou seis refeições por dia). Aconselha-se ainda o apoio psicológico de um profissional com o propósito de modificar as idéias irracionais e distorcidas que a pessoa tem com respeito à comida e à sua figura corporal, e identificar as circunstâncias desencadeantes. Em geral este tratamento é realizado em conjunto com uma psicoterapia familiar dirigida à modificação dos hábitos que geraram e vêm sustentando esses transtornos.

Fonte:www.portalbrasil.net

 
 
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